Andre Russo’s Life Experience

Fotógrafo, Jeepeiro e Amante da Vida!!

Direção de modelos; how to? – por Clício Barroso

por clicio em 23 de novembro, 2009

Direção de modelos; how to?

©1996 Clicio Barroso  |  Polaroid Emulsion Transfer, "Love Transfers"©1996 Clicio Barroso | Rui – Polaroid Emulsion Transfer, “Love Transfers”

 

Por minhas andanças pelo Brasil afora, em palestras e workshops, o que mais tem me chamado a atenção é o despreparo dos fotógrafos quando o assunto é a direção fotográfica nos retratos.

Retratar pessoas significa lidar com o psicológico do ser humano, algo que pode ser bastante complicado. Via de regra, o fotógrafo tem suas inseguranças pessoais e profissionais, tais como: “Vai dar certo? É a melhor luz para este rosto? Será que não vai pifar nenhum equipamento? Estou sendo agradável e gentil o suficiente?”
Por outro lado, fato que muitas vezes é esquecido, o retratado estará muito mais inseguro que o fotógrafo. Ser fotografado significa, em última instância, se desnudar para a objetiva, mostrar um pouco o que se quer manter escondido , compartilhar segredos com uma máquina.
Quando se trata de um retrato familiar, daqueles de fim de semana, não haverá problema algum, já que a intimidade do fotógrafo com o fotografado diminui e muito o constrangimento de quem está posando. Isso significa geralmente um resultado com fotos espontâneas, divertidas, muitas vezes reveladoras da personalidade real da pessoa, o que afinal é a essência do retrato.
Quando, por outro lado, lidamos com retratos de modelos, atores, músicos e outras atividades profissionais, que por obrigação precisam ter uma exposição maior à mídia, em geral os problemas também são pequenos. Estes profissionais estão acostumados a “vestir” um presonagem para a câmera, possuem uma imagem pública que gostam de mostrar, e uma imagem privada que procuram preservar. O trabalho do fotógrafo é facilitado por esta postura profissional, e pela segurança ensaiada que os retratados transmitem.

© 2002 Clicio Barroso  |  Erika Redling© 2002 Clicio Barroso | Erika Redling

 

Porém…
Se o retratado é uma pessoa comum, que quer ser fotografado por vaidade, por necessidade profissional, ou para acompanhar uma sequência de eventos como a gravidez, o crescimento dos filhos ou da família, as dificuldades aparecem. Como fazer para que esta pessoa se sinta à vontade, confiante, mais disposto a mostrar um pouco da sua personalidade? Algumas dicas são fundamentais!

Algumas dicas para o fotografar gente no estúdio.

Ambiente do estúdio: procure manter o estúdio arrumado e limpo, com música agradável, temperatura amena (ar condicionado é essencial), água, frutas e café sempre a disposição. É fundamental haver um espaço privativo para que os que vão ser fotografados possam se vestir, e se for o caso, tratar da maquiagem. Um grande camarim com porta que possa ser fechada é sempre desejável.

Escolha do equipamento: Objetivas longas (teleobjetivas) fazem com que o fotógrafo tenha que se afastar muito do retratado, o que implica em uma direção mais distante, com o fotógrafo tendo que falar mais alto. A distância preserva a intimidade de quem está posando, mas pode parecer uma direção mais agressiva, inibindo os mais tímidos.
Já as objetivas mais curtas, como as normais e as grande-angulares, aproximam o fotógrafo da cena, criando uma intimidade maior. Ao falar mais baixo e estar mais perto, o fotógrafo compartilha mais do espaço ocupado pelo fotografado, criando uma cumplicidade que pode facilitar a comunicação em alguns casos, mas pode assustar em outros. Depende sempre da sensibilidade do fotógrafo em identificar rapidamente a personalidade de quem está ali na sua frente. Um problema técnico inerente destas lentes de distância focal curta é a distorção, que é mais aparente conforme se chega mais perto, e deve ser evitada a qualquer custo.
Finalmente, a lente chamada de meia-tele ou tele curta, é a mais indicada para retratos, tanto pela parte técnica (não distorce), quanto pela psicológica, já que mantém o fotógrafo a distância respeitosa do retratado, mas não tão longe a ponto deste precisar gritar para se fazer ouvir.

Estilo de direção: Existem várias tendências e escolhas na direção fotográfica; há os que sussurram, os que gritam, os que são engraçados e divertidos, os sedutores, os técnicos. O mais inteligente, na minha opinião, é saber ajustar a sua direção à personalidade daquele que está posando, para ser eficiente e estabelecer uma empatia imediata. Para os tímidos, uma direção calma, paciente e amiga; para os naturalmente extrovertidos, uma direção mais divertida, mais agressiva; para executivos, uma direção séria e firme. O importante é fazer com que o fotografado se sinta seguro.
Outro atributo da boa direção é estimular a vaidade, sempre elogiando, sem exageros, as poses, expressões e posturas do que está posando.

Tempo da sessão: Pode parecer estranho, mas toda a sessão fotográfica tem um tempo próprio para acontecer com sucesso. Há uma fase de aquecimento, que pode ser mais ou menos longa, dependendo da pessoa fotografada; há uma fase de pico, onde as fotos realmente boas vão ser capturadas, e uma fase de esfriamento, quando chega o cansaço e o fotografado perde rapidamente o interesse pela sessão.
É obrigação do bom fotógrafo identificar estas três fases distintas da sessão, respeitá-las e agir de acordo com cada uma delas. Economizar tempo (ou filme), pode fazer com que o fotógrafo encerre a sessão ainda na fase de aquecimento, perdendo a oportunidade de fazer as melhores fotos; por outro lado, insistir em fotografar quando a fase de pico já passou, é perda de energia e vai se mostrar inútil, na maior parte das vezes.

Exercícios: Para que o fotógrafo iniciante na direção possa treinar seus métodos, proponho sempre uma série de exercícios a seguinte forma: procura-se alguém conhecido para servir de modelo, e com toda a iluminação e produção típicas de uma sessão de retratos, o fotógrafo vai procurar tirar do fotografado, com a maior veracidade possível, os seguintes sentimentos, conceitos e situações:

tristeza, raiva, atração, alegria
surpresa, desprezo, pretensão
histeria, desespero, escárnio
introspecção, ódio, dor, ternura
força, romantismo, sensualidade
espontaneidade, dinamismo
elegância, agressividade, simpatia
estresse, bem-estar, conflito, flerte

©2009 Clicio Barroso  |  Ellen Melo©2009 Clicio Barroso, lição, fotografia, fotógrafo, estúdio, aula,  | Ellen Melo, “Verso/Reverso”

 

Não é preciso que tudo seja feito em apenas uma sessão, e nem que o “modelo” seja o mesmo; o ideal é que haja interação entre os dois, fotógrafo e modelo, e que o resultado fotográfico demonstre claramente a intenção do fotógrafo e os sentimentos do fotografado.

24/11/2009 Publicado por andrerusso | Fotógrafo, Jepeiro e Amante da Vida. | , , , , , , , , , , , , , | Sem comentários ainda

Inputs Interessantes – Inciando a carreira de Fotógrafo (por Pepe Melega)

Inputs Interessantes

PepPepe Mélega Austin, TX (Foto: Tati Mélega)

 

São algumas décadas trabalhando com fotografia, as vezes part time e outras full time, passei por muitas frustações e outras tantas realizações. A fotografia ou melhor o oficio de fotografar está sempre em constante mudança – pode ser para melhor ou para pior, mas depende de como você o vê e se posiciona perante ele. Fotografar profissionalmente não é ganhar uma câmera (ou compra-la) e pensar em realizar uma renda extra. Vai uma pouco além. Os que se dão bem o fazem com determinação, quase no limite da obsessão. Fotografar profissionalmente é um negócio, pode ser um sonho, mas tem que ser um sonho que termine em um negócio.1 – Se você tem um sonho siga atrás dele com determinação, organização e razão não deixe o coração falar mais alto.
2 – Comece materializado seu sonho, coloque por escrito o que você deseja e precisa para realiza-lo.
3 – Pesquise, analise, entenda aonde você está focando seu sonho. Conhecer amigos e inimigos ajuda na estratégia.
4 – Organize-se: escreva as etapas necessárias para realizar seu sonho e realize-as, faça follow up de si mesmo.
5 – Não é o que querem pagar e sim em que faixa de retorno financeiro você quer trabalhar é isso que define sua planilha de custo.
6 – Saiba quanto vai investir: dinheiro, equipamento e tempo são investimentos determine um prazo viável e avalie se vale pena prosseguir, corrigir o rumo ou desistir, trate do seu sonho como um empresa que quer lucro (ganhar dinheiro).
7 – Invista em você também, recicle ideias, conhecimento, mantenha-se atualizado e motivado.
8 – Quem construi sonhos e os têm como realidade construi o sucesso, corra atrás do seu, seja o motor que o faz ir em frente.

Dica: para abrir um negócio procure pelo Sebrae ou Associações.

Ganhar dinheiro, viver com dignidade do oficio de fotografar não é crime é trabalho e trabalho deve ser remunerado quando se torna fonte de renda para subsistencia. Suas imagens representam seu produto e produto se vende, não se troca por credito, favor, promessas……

 

Pepe Mélega Austin, TX

16/11/2009 Publicado por andrerusso | Fotografia, Vida, dura e bela vida | , , , , , , , , | Sem comentários ainda

Precisamos preservar as trilhas e não destruí-las

Trilha é estar em contato com a natureza e não destruí-laPensei muito antes de postar esta mensagem, porém entendi que se não o fizesse em pouco tempo seria tarde demais.

Pois bem, vamos lá…

Chegou a meu conhecimento que pessoas que se dizem “jipeiras“ afirmam ter criado aborto em uma trilha da região. E ameaçando cortar a cerca se o proprietário fechasse a trilha.

As pessoas em questão já foram responsáveis pelo fechamento de outra trilha “Nunca Mais”, além de promover abortos na “Tapete Branco”, “Corcovas” e possivelmente em outras trilhas da região.

Não sou proprietário de nenhuma trilha, nem tampouco de nenhum terreno próximo a trilhas, porém respeito a propriedade alheia e se o proprietário está falando para não entrar, o máximo que posso fazer é argumentar, jamais “arrebentar”. A atitude sugerida só piora a situação e condena definitivamente mais uma trilha na região de BH.Seja desbravador de trilha e não destruidor.

Estamos ficando com poucas possibilidades de trilha na região de Belo Horizonte, muitas já possuem tantos abortos que não se sabe mais qual é o traçado original.

Como cidadão nada posso fazer para evitar o que tem ocorrido. Porém como Jipeiro posso apelar para o “Jipeiros de verdade”.

Divulguem, conversem, façam chegar aos ouvidos dos que estão tomando este tipo de atitude, que todos nós estamos saindo prejudicados. Se você estiver andando com ele(s) seja contra esta atitude, pondere, argumente.

Faça-os entender que a diversão esta justamente em passar onde está difícil e que criar um aborto é o mesmo que evitar a trilha.

Esclareça que invasão de propriedade é crime e devemos respeitar o proprietário assim como gostamos que respeitem a nossa propriedade.

Enfim, expliquem a estes jipeiros o que é ser JIPEIRO.

É triste ficar sentado assistindo as trilhas serem fechadas e a imagem dos Jipeiros ser literalmente jogada na lama, por pessoas que compram um veículo 4X4 e saem por ai destruindo o prazer de terceiros.

Um abraço

M@rco B@c@lh@u

marcobacalhau@gmail.com

Trilha Sim, Aborto Nâo.

27/10/2009 Publicado por andrerusso | 4x4 Offroad, Vida, dura e bela vida | , , , , , , , , , , , , , , , , | Sem comentários ainda

FOTOGRAFAR ! DIREITO DO CIDADÃO

by Marconi Leo

DIREITO DE FOTOGRAFAR

Aqui é proibido fotografar????

Aqui é proibido fotografar????

Aumenta o número de relatos de fotógrafos que são presos pelo mundo por fotografar em locais públicos. Basta um fotógrafo tirar da mochila sua câmera DSLR que aparece um policial ignorante dizendo que é proibido fotografar naquele local, que as fotos devem ser apagadas ou até mesmo querendo confiscar o equipamento. Quando o fotografo resolve então usar um tripé ai a coisa fica feia, só falta chamar helicópteros e força aérea.

Um caso mais recente foi de um funcionário da Amtrak, empresa que administra os trens/metro de NY, que foi preso por fotografar um trem em uma das estações. A turma do Comedy Central aproveitou o assunto e prepararam o filme abaixo. Veja link:

http://www.colbertnation.com/the-colbert-report-videos/217342/february-02-2009/dan-zaccagnino

Quem ainda já quis fotografar nestas condições e não passou por constrangimentos ou censuras promovidos por seguranças particulares, guardas municipais ou ainda por policiais civis ou militares ?

Veja, na integra, os artigos de Lei que garantam ao fotógrafo o direito de exercer sua atividade profissional ou de lazer, livremente.

Lei 9.610/98 – Lei do Direito Autoral de 19 de fevereiro de 1998

Art. 48. As obras situadas permanentemente em logradouros públicos podem ser representadas livremente, por meio de pinturas, desenhos, fotografias e procedimentos audiovisuais.

Constituição Federal

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito a vida, a liberdade, a igualdade, a segurança e a propriedade, nos termos seguintes:

IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

Faça valer seus direitos, em caso de dúvidas disque 190 e peça para que todos os envolvidos sejam encaminhados para o Distrito Policial.

Fotografar não é crime! Crime é molestar o próximo, impedindo o de exercer seus direitos.

Imprima e mantenha este texto junto com seu equipamento fotográfico.

Fonte: Enio Leite – Focus Escola de Fotografia

18/09/2009 Publicado por andrerusso | Fotografia, Fotógrafo, Jepeiro e Amante da Vida., dura e bela vida | , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Sem comentários ainda

A Dangerous New Marketing Paradigm… Blogs, Magazines, Fashion Designers, Agencies and Fools

A Dangerous New Marketing Paradigm… Blogs, Magazines, Fashion Designers, Agencies and Fools

I don’t have my wits around this one quite as well as some issues, but I have been observing a new marketing paradigm emerging and its impact on the industry is anything but good.

My first encounter with it was a few years back when I noticed significant traffic coming to my website out of a different continent.  I followed the links back to learn they were all coming from a major print magazine.  I thought that odd and looked them up on the web to find they also had a blog and had helped themselves to several of my photos.

My first impulse was to bill them for the use.  Then I made my big mistake.  I decided to let it go because of all the traffic I was getting.  I also hoped it might lead to a print assignment (it never did). It took me a while to see how much damage that little mistake made to me and the industry we all depend on.  Over the following few months my work appeared on hundreds of blogs.  I simply let it happen.  Tons of website traffic was sent to me from people who would never be my clients and wanted only to steal my work for their own uses.

The full ramifications of this all hit me on Christmas Eve that year.  Earlier that same year I had done a shoot for a designer on a work for hire basis.  He was small and I had decided to be a nice guy.  The shoot was for a single print magazine ad that I later learned was the only print ad he has run.  Before all was said and done, images from that shoot became the cover photo of several magazines, had become a centerfold in another and were used on countless smaller blogs.  One blog of note that it appeared in was anything but small, receiving approximately 1 million visitors per month.

I was broke and no one was getting Christmas presents.  The owners of the blog were vacationing in Rio for the month.  The designer was also away on vacation.  I sat down and did the math on what I should have charged for each use of that shoot and realized I had cheated myself out of a minimum of $15,000 for the shoot.  I too could have been on vacation in beautiful Rio!  That hurt!  But the pain was about to get worse! I learned that the larger of the blogs was charging as much as $40,000 for an ad… yet they had no printing costs, no creative costs, no costs period.

Later, it struck me how the print magazines are cutting their own throats here too.  The number of magazine covers, centerfolds and other print uses of my 1st shoot for that designer were driven by it’s PR firm shooting the images off to magazines who were trying to fill their image needs free….  and in the process eliminating advertisers.  Each of the magazines charge more for their ad space (especially if you want the cover of the magazine) than they pay to have the same amount of space photographed.  Forfeiting an ad sale to gain a free image was costing them a considerable amount of money.

Later the designer told me he considered the blogs and the magazines hungry for free content so effective that he saw no need to ever take out print ads.  He also said that the larger blog resulted in so much business for him that when a different photographer had sent them images of a discontinued line it resulted in so many requests for the design that he had to start manufacturing it again.  Still later he commented to me, “Wow, there is just no work out there for you guys.  I have photographers calling me every day offering to work for free and publish the work so they can stay visible.”  With all his advertising needs being met free, this left only the product packaging shoots available as paid work.

I suppose I should have felt flattered that I was the photographer he paid and the rest would soon be out of business.  I didn’t.  These photographers were complete fools (yes, I have already admitted it, I was once guilty of somewhat similar mistakes).  Not only were they subsidizing the marketing of another business by working free, they were taking paid work from me and and all photographers, and they were contributing heavily to the demise of the print magazines that DO pay for our work by eliminating the designer’s need to pay for advertising.

As for the blogs who help themselves to a photographer’s images when it isn’t being fed to them by designers, most do know they are in violation of copyright laws, but they assume no one will take action.  This can be an expensive mistake.  A photographer recently discovered the blog of a major news magazine ran his photos without permission.  He billed them $4000 and they paid him almost immediately knowing the damages they could be liable for if he went for copyright violation.  He also learned that several other blogs picked up the work from the first and billed them all as well.  He stated that his working relationship with the magazine is still intact and he had been told by the mags online staff that “we do that all the time and just assume no one will mind!”

Therein lies the problem.  Those who got screwed agreed to get screwed or were simply completely ignorant of the most basic business fundamentals.

The internet has shaken up how business is done.  The world is still trying to figure out how to deal with the change. It has been called the great equalizer.  I don’t know that I consider that true.  Google, Microsoft, Yahoo, etc are profiting handsomely off this innovation, while the vast majority of online publications do not make enough to fund the cost of producing content (the ad rates charged by the one blog mentioned earlier are the exception, not the rule.  Many that I have talked to are lucky to be making a hundred bucks a month off Google and affiliate ads).  Most blogs, instead of demanding ad rates sufficient to pay for producing content simply “borrow” it from the news publications and photographers that DO fund the cost.  This, of course, cuts into the profits of those of us who are producing the content and inhibits our ability to do so.  It is something everyone will eventually suffer from.

Don’t get me wrong.  The internet is a great innovation. But it does need to start paying its way in terms of the content it depends on. This will happen only if photographers demand payment from the internet publications and/or the designers who are using them (any you) in lieu of taking out print ads.

Here is some enlightening information on what you should be charging for your work on the web:

Web 1/4 screen $100 to 200 per month

Web full screen $378 – $750 per year

This is per image.  Usually when I see a photographer’s work on a website there will be somewhere from 4 to 12 images used.  Do the math.  Six 1/4 page images used for a year on one website could net as much as $14,400.  These are just rough guidelines using the PhotoBiz software for estimating.  Many other factors will come into play such as how much traffic the blog gets, how many blogs will be running it, etc.

These estimates may be a bit high, but to allow use of your work free is just plain foolish.  Purchase a copy of FotoBiz and at least have a concept of what your work is worth before you decide to give it away.  Someone is profiting on your work and it isn’t you… yet you are paying to create it.  And each time you do so you damage the industry in which you hope to earn your living.  The internet may have changed the playing field, but copyright law still applies and those who are using your images expect to profit from the use.

As a note, this “free advertising” is not benefiting the designers as much as they might want to think and the ones who do it are not the photographer’s client demographic.  I know of several designers who allow anyone with a camera and the willingness to shoot free and market the work for them have some clothes.  The result is a hodge podge of images and messages that may actually harm sales more than help.  Each photographer is shooting without art direction and putting his own look into the brand.  The blogs then put their own spin on it and frequently this is anything other than what is best for the image of the designer, photographer or model.  Look at the major brands such as Abercrombie, Calvin Klein, Guess Jeans etc.  The images are classy and the marketing message consistent.  They control who shoots thier brand and where it appears with an iron fist. That is why they are where they are.  You aren’t doing the designers any favors either when you allow them to attempt to short circuit the system.

The destruction of print would be a sad thing to see.  No online publication can compare with the satisfaction of the touch and feel of the magazine in your hands.  Nor does any electronic publication fund the costs involved in some of the stunningly beautiful shoots we see in some of these magazines.  The loss will happen not because they lose their subscribers as much as because they lose their advertisers.

I doubt that day will ever come.  However, the blog marketing paradigm as it is currently running is devaluing the work and the image of both photographers and the designers who think they are getting a deal… while harming the markets that do pay for the work.  It’s your choice.  You can charge for your work, or let the world have it free for the taking.  Whether or not you remain in business depends entirely on the choice you make.

I learned my lesson when I took off the blinders that sad Christmas Eve and looked at how those who had been crying poverty and I was trying to help were simply playing me.  I had been the fool.  I paid the price.  I now demand what I am worth, enjoy new found self-respect and travel where I want when I want.

~ by markstout on August 23, 2009.

Posted in Photography Articles
Tags: , , , , , , ,

27/08/2009 Publicado por andrerusso | Fotógrafo, Jepeiro e Amante da Vida. | | Sem comentários ainda

TIRA O PRETO BOTA O BRANCO

TIRA O PRETO BOTA O BRANCO

by Marconi Leo

MICROSOFT É ACUSADA DE RACISMO

Fonte: http://pcmag.uol.com.br/conteudo.php?id=2437

Microsoft está sendo acusada de racismo por ter retirado um personagem negro de um de seus anúncios publicitários. Nos Estados Unidos, a Microsoft lançou a campanah “Dando poder a sua gente com os instrumentos de TI de que precisam”, em que um negro aparece na foto. Apesar de a campanha ter abrangência global, na Polônia o negro foi substituído por um branco (veja reproduções acima).

Tira Negro e Põe Branco

Tira Negro e Põe Branco

O curioso é que foi mudado apenas o rosto, mantendo-se a roupa e até mesmo a mão do personagem sobre a mesa.

O caso repercutiu na internet e a companhia ediu desculpas públicas. “Estamos analisando o ocorrido. Apresentamos desculpas e estamos em processo de retirar a imagem”, declarou a Microsoft, em comunicado.

Microsoft pede desculpas por ter apagado imagem de negro em propaganda

Fonte: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hpMrBM0JvAyehFkW1_8lQF1JyypQ

WASHINGTON, EUA —

A Microsoft pediu desculpas por ter modificado a fotografia de uma campanha publicitária da empresa na Polônia para apagar um homem negro da imagem. A foto da propaganda, que pode ser vista no site da gigante norte-americana da informática, exibia uma mulher branca, um homem negro e um homem asiático sentados em torno de uma mesa de reuniões. Mas a mesma fotografia, na versão polonesa da propaganda, apresentava um homem branco em vez de um negro. Em uma mensagem exibida no site de microblogs Twitter, a Microsoft classificou a iniciativa de “um erro de marketing” e expressou suas “sinceras desculpas”. “Estamos retirando essa imagem”, acrescentou a empresa de Redmond.

Vale acrescentar 2 pontos de vista distintos:

Roberto Comodo – Fotógrafo e Advogado:

“Desde ontem o mundo não fala em outra coisa a não ser essa mancada da Microsoft. No entanto, após pensar bastante nisso, não me parece ser hipótese de racismo…
Pode ser politicamente incorreto… Mas racismo acho um pouco demais. Em que mundo nós vivemos? Um mundo cor-de-rosa e de faz-de-conta?
Cada país tem os seus hábitos, os seus costumes e aquilo que é mais ou menos adequado ao que realmente existe pelas ruas!
Se na Polônia simplesmente não existe uma quantidade relevante negros a ponto de justificar a presença de um deles em um anúncio, o que há de errado em uma empresa optar por montar um anúncio com “A CARA” da realidade do próprio país?
Os Estados Unidos possuem uma realidade diferente em termos de  presença negra. E toda a sociedade aceita isso com tranqüilidade – o que é maravilhoso. E por isso a campanha veiculada naquele país se preocupou em mostrar esta realidade.
Será que toda a confusão é porque uma outra foto não foi feita? Será que todo o barulho é porque a agência preferiu economizar umas dezenas de milhares de dólares e aproveitar um clique e despejar Photoshop nele?
Será que se uma outra foto muito parecida fosse feita, sem a presença do negro, teríamos a mesma movimentação para apedrejar a Microsoft?
Faço estas colocações não para defender a Microsoft – que não de deu procuração para nada.
Mas acho que num ambiente sério – como acredito ser este grupo – deve evitar julgamentos precipitados ou simplesmente achar o que os outros acham.
Temos o dever de analisar todos os aspectos de uma questão e julgar de forma desapaixonada – sempre e tudo.”

Pepe Melega – Fotógrafo e Editor de Revista:

“Economizam uns 5 mil dolares e pagam um mico de quanto milhões. Quantos clientes não entendem que uma nova foto pode ser muito mais barato do que perder tempo no PS e ainda pagar um mico desses.”

Este é apenas um caso clássico onde a falta de respeito a fotografia e ao profissional  fotógrafo, aliados a necessidade de soluções práticas e rápidas com o auxílio do Photoshop acabam acarretando em grandes problemas.

Mas esta é a tendência e comportamento do mercado atual.

27/08/2009 Publicado por andrerusso | Fotografia | , , , , , , , , , , , , , , , , , | Sem comentários ainda

Comemora-se hoje o Dia Mundial da Fotografia

Por Enio Leite http://www.focusfoto.com.br

Daguerreótipo

Foi numa manhã, mais precisamente no dia 19 de agosto de 1839, que a
fotografia se tornou de domínio público em território francês. O anúncio
oficial foi feito na Academia de Ciências e Artes de Paris, pelo físico
François Arago, que explicou para uma platéia espantada os detalhes do novo
processo desenvolvido por Louis Jacques Daguerre. O físico apresentava e
doava ao mundo o daguerreótipo.
Naquele momento o ato parecia uma mágica. Uma caixa escura, ferramenta capaz
de captar e fixar numa superfície o mundo “real”.
Dizem as lendas que em seguida à cerimônia várias pessoas saíram as ruas em
busca de uma máquina de fazer daguerreótipos e essa vontade de produzir
imagens nunca mais cessou.

Daguerre não perdeu tempo. Antes de doar seu invento a França já havia
patenteado o mesmo nas Ilhas Britânicas, Estados Unidos e nos quatro cantos
do mundo.

“De hoje em diante, a pintura está morta” declarava o pintor Paul Delaroche.

Dagarre

Dagarre

Nos círculos mais conservadores e nos meios religiosos da sociedade, “a
invenção foi chamada de blasfêmia, e Daguerre era condecorado com o título
de “Idiota dos Idiotas””.O pintor Ingres, ainda que utilizasse os
daguerreótipos de Nadar para executar seus retratos, menosprezava a
fotografia, como sendo apenas um produto industrial, e confidenciava: “a
fotografia é melhor do que o desenho, mas não é preciso dizê-lo”.

Baudelaire, um dos mais expressivos representantes da cultura francesa,
negava publicamente a fotografia como forma de expressão artística, alegando
que “a fotografia não passa de refúgio de todos os pintores frustrados”, e,
sarcasticamente, celebrava a fotografia “como uma arte absoluta, um Deus
vingativo que realiza o desejo do povo. e Daguerre foi seu Messias. Uma
loucura, um fanatismo se apoderou destes novos adoradores do sol”.Com estas
declarações, Baudelaire refletia o impacto causado pela fotografia na
intelectualidade européia da época”.

Dagerreótipo

Dagerreótipo

Um artigo publicado no jornal alemão Leipziger Stadtanzeiger, ainda na
última semana de agosto de 1839, ajuda a compreender melhor este
confronto:”Deus criou o homem à sua imagem e a máquina construída pelo homem
não pode fixar a imagem de Deus. É impossível que Deus tenha abandonado seus
princípios e permitido a um francês dar ao mundo uma invenção do
Diabo”.(Leipziger Stadtanzeiger ,26.08.1839, p.1) A nova concepção da
realidade conturbou o mundo cultural e artístico europeu.

Como entender que a fotografia viesse para ficar, a não ser em substituição
das tradicionais formas de representação? Já se havia gasto vãs sutilezas em decidir se a fotografia era ou não arte, mas preliminarmente, ainda não se
perguntara se esta descoberta não transformava a natureza geral da Dagerreótipo em 1843arte e da
cultura.

Dagerreótipo em 1843

A nova invenção teve importância mais filosófica do que científica. Nasceu
dentro do germe da sociedade industrial e a partir desta data o mundo nunca
mais seria o mesmo.

Evolução cronológica dos principais registros:

Grécia, antes de Cristo – Aristóteles – Criação da imagem através de um
orifício.
Século X – Alhazen (árabe) descreveu como observar um eclipse solar no
interior de uma câmera obscura.
Século XVI – Redução da câmera obscura (auxiliar na pintura).
Século XIX (1826) – Joseph Nicephore Niépce (francês) foi a primeira pessoa
no mundo a tirar uma verdadeira fotografia – processo heliográfico com 8
horas de exposição à luz.
Ano de 1830 – Josef Petzval criou uma nova lente dupla abertura F 3.6 (30
vezes mais rápida que a anterior).
1832/1833 – Hércules Florence descobre isoladamente a fotografia na Brasil -
na vila de São Carlos, atual cidade de Campinas (SP).
1835 – Louis Jacques Mandé Daguerre, firmou-se como único inventor da
fotografia prática, através de seu – Daguerreótipo – chapa de cobre
revestida com prata, banhada com iodeto de prata. Na presença de vapor de
mercúrio surge a imagem, gerando um único positivo (era o “polaroid” da
época).
1840 – Willian H. Fhox Talbot, descobre o processo negativo/positivo usando
como filme folhas de papel sensibilizado (preparado para reagir à luz) que
depois foi substituído por vidro. Os negativos de vidro foram usados até os
anos 50.
1871 – Richard Leach Maddox, primeira chapa usando gelatina para manter o
brometo de prata no lugar.
1877 – George Eastman, popularizou a fotografia com a criação do filme
flexível (em rolo), que tinha o nome de “American Film” e vinha com 100
poses.
1925 – Lançamento da câmera 35mm (Leica)…

19/08/2009 Publicado por andrerusso | Fotógrafo, Jepeiro e Amante da Vida. | , , , , , , , , , , , , , , , | 1 Comentário

Lightpainting na Lua Cheia

Esta foi uma experiência que realizei semana passada durante uma trilha noturna de jeeps no Morro da Skol, Nova Lima, MG.
Passeio offroad a noite, com lua cheia é muito bom, se bem que muitas vezes a ausência de luz total dificulta as avaliação de risco, normalmente para pior, tornando pequenos obstáculos em aparentes barreiras intranspuníveis.
Neste caso foi uma longa exposição de 15s onde com o auxílio de 2 lanternas fui “pintando” meu camburão 4×4 para aparecer na foto.
O mais bacana é a luz que entra da lua nas núvens garantindo a impressão de fim de tarde apesar do céu negro atrás delas.

14/08/2009 Publicado por andrerusso | Fotógrafo, Jepeiro e Amante da Vida. | | Sem comentários ainda

O que me atormenta

A vida é feita de escolhas, decisões. A cada passo que damos, optamos por não seguir outros 3 ou 4 rumos diferentes. A cada escolha que fazemos renunciamos e abandonamos outras tantas possibilidades.

Vivo há alguns anos uma dualidade que me atormenta em alguns momentos, perturba o sono em outros, e em muitos outros consigo apaziguar e a deixar de lado para o tempo agir. Mesmo assim, a olhos vistos ela afeta não apenas a mim como também a todos que amo e estão a minha volta.

Esta impossibilidade de poder ser quem desejo e mereço por direito, em conflito com o ser obrigado a desprezar a auto-estima e o amor próprio constantemente, provocam intensos momentos de reflexão interna, de dúvidas, de conflitos e com certeza, muito sofrimento.

Muitas opções em nossas vidas não são tomadas por nós efetivamente, mesmo com o advento da maioridade e auto-independência pessoal. Mesmo assim trazem para nosso dia-a-dia a obrigação de redesenhar nosso destino, nosso caminho e nosso projeto baseado nesta nova gama de fatores e situações que nos foram dadas de presente pela vida e pelo destino.

Ainda que não estivéssemos preparados para ela, não conhecêssemos suas implicações, profundidade e abrangência, enfrentamos cada um destes novos desafios firmes, sempre escorados, dirigidos e amparados pelo alicerce que nos norteia, rege e controla e, principalmente, define quem somos e do que somos feitos.

Esta fundação origina-se de nossa formação, de nossa educação e dos valores pessoais e morais que recebemos desde pequenos, no seio de nossa família. Apenas nos momentos críticos e cruciais de nossas vidas percebemos o quanto estes valores de berço estão enraizados e impregnados em nossas ações, palavras e emoções. E este precioso conjunto de paradigmas positivos reflete o que realmente somos e o quanto seremos firmes em cada passo preso aos nossos valores e raízes.

Mas a vida é uma espiral ascendente que só termina no momento crucial e derradeiro, durante toda ela vivemos como as marés indo e vindo conforme sua posição e o vento que nos impulsiona. Neste movimento que nos envolvemos segundo nosso desejo ou somos envolvidos entramos em ciclos ou situações que durante meses ou décadas temos de aprender a entender, conviver e se possível controlar – mesmo que este último muitas vezes seja impossível.

Quando o controle não é possível, temos a premissa de poder colocar na balança de dois pratos tudo de bom e de ruim que a situação nos trás e tomarmos nossa opção de vida em prosseguir com o fardo ou então deixá-lo para trás assumindo assim os ônus e eventuais custos da renúncia ou escolha. Mesmo neste ponto a possibilidade de escolha de caminhos diferentes dos que nosso alicerce nos sustenta e norteia se faz presente, ou no ato em que a intempérie surge ou, em algum momento do caminho, optamos por seguir outro rumo diferente e até oposto ao original. Quando esta escolha é oposta aos nossos valores, a renúncia a eles é muito dolorosa e crítica, inclusive nos fazendo conviver com a dúvida frente a ela por muito tempo, nos levando a querer voltar atrás mesmo sabendo que a escolha anterior foi a correta e acertada. Nestas horas, mesmo nossos valores primordiais se tornam pequenos frente as nossas capacidades psico-sociais e afetivas, para suportar e conter a força das águas que vêm com as emoções.

Temos sempre de ter como a principal pessoa a ter respeitado os limites o EU INDIVIDUAL, pois se ignorarmos sua preservação e manutenção, todo o resto à volta desmorona. E se o convívio com a dualidade em que esta envolvido for difícil, basta se lembrar se não estivermos firmes, ninguém poderá contar conosco e mesmo que nos amparem em alguns momentos, não poderá sempre haver alguém do teu lado segurando a mão.

05/08/2009 Publicado por andrerusso | Vida, dura e bela vida | | 1 Comentário

Uma grande novidade

4x4 é bom demais.

4x4 é bom demais.

A vida é cheia de surpresas, há exatos 1 ano e 2 meses eu estava dando uma nova reviravolta de 180º em minha vida. Após uma oferta de emprego (que não durou mais de 3 meses) mudei minha vida inteira de São Paulo onde nasci e fui criado, me formei e trabalhei, conhecia e era conhecido, onde meus pais e amigos ficaram, para morar em Belo Horizonte.

Entre fortes emoções, muitas incertezas e grandes expectativas fui me achando e localizando pela cidade. Neste tempo, durante o tempo livre encontrei uma pessoa muito especial com quem quero me casar e viver o resto de minha vida.

Dois mundos diferentes, dois ritmos de vida diferentes, onde um esta ensinando ao outro a mais de ano o quanto é importante ter alguém por perto, junto. Fazendo-nos feliz e amando. Com ela reaprendi a me abrir, me entregar e querer ter ela a meu lado sempre. Comigo ela aprendeu (acredito) a se soltar, aproveitar a vida, se relacionar com muitas pessoas e viver experiências diferentes sempre. Juntos estamos construindo uma vida a dois, fazendo novas e grandes amizades, viajando, passeando, trilhas de 4×4 e nos conhecendo cada vez mais.

O que vem pela frente, só deus sabe realmente, mas se depender de nós é um belo casório na roça e uma vida a dois muito felizes, filhos, mais cachorros e sempre rodeados de família e amigos.

29/07/2009 Publicado por andrerusso | Fotógrafo, Jepeiro e Amante da Vida., Vida, dura e bela vida | | Sem comentários ainda