Recomeçando a lutar por quem vale a pena!!!

As vezes paramos com algo por motivo algum, talvez pela não necessidade de se falar mais no assunto, e em outros momentos recomeçamos a fazer a mesma coisa, com outra mentalidade mas buscando um mesmo ideal e objetivo. Levar o turbilhão de emoções e pensamento a mais do que nosso próprio coração, para aprender com as contribuições e desaprender com os erros passados.

Momentos felizes e raros quando se tinha espaço para curtir um ao outro.

Momentos felizes e raros quando se tinha espaço para curtir um ao outro.

 

 

A quase 1,5 anos estou enfrentando novamente  uma longa espera na justiça familiar (vulgo vara de família) em São Paulo, de novo um eterno problema que muitos pais separados ou solteiro, como eu, enfrentam para poder ter acesso e momentos bons com filhos e filhas. A pouco mais deste tempo, pelo regime de visitas ter progredido de visitas acompanhadas para visitas livres aos finais de semana, a mãe de minha filha começou a forçar situações de stress e brigas procurando evitar que isto ocorre-se. De nada adiantava ser dito ou dialogado, o eu dela era mais forte que o bem estar e direito da menina, e não se importando da forma de pressão e coação que fizesse e os prejuízos futuros que pudesse causar gerou uma situação tal que fui obrigado a entrar na justiça buscando valer os direitos da Isabela.

Direito a ter o pai presente na vida dela, direito de ter os avós e bisavó também presentes, de poder sair passear sem se sentir oprimida na saída, nem de se fechar e apagar no retorno já esperando o stress que seria a pós entrega em casa.  E isto não é novidade para nós, pelas memas razões, 1,5 ano antes ela perdeu o direito de conhecer e ser conhecida pelo bisavô justamente por que o eu da mãe era mais importante, e o que pode dificultar o acesso na época não permitiu que o ocorresse… em um acaso do destino (eu não acredito em destino e sim em que tudo ocorre por que deve ocorrer, meu avô veio a falecer 1 mês antes de ter o seu direito através de mim assegurado pela justiça, no mesmo dia do aniversário de quem impedia que ele conhecesse a bisneta).

Nestes últimos 1,5 anos já tivemos de tudo, acordos acordados mas nunca assinados pela outra parte, intervenções policiais, boletins de ocorrência lavrados, telegramas registrados, longos períodos de ausência e distância de minha filha. Também houveram momentos em que melhorou a situações, que o eu ficou mais manso… curtos períodos, pois a bonanza sempre é pequena nestes casos.

Bastou o regime de visitas progredir de novo para finais de semana alternados e tudo voltou à estaca zero. O eu sentir perda de controle e poder pois não tem mais a filha sempre do lado, em ver a filah esperanod a visita do pai e dos avós ansiosa não soube se conter e novamente agiu visando este afastamento. Enquanto isto a morosa burocracia consitnuava a passos de tartaruga buscando o seu tempo de começar a agir.

Este tempo começa amanhã, com uma primeira audiência buscando uma consciliação difícil de ocorrer, não por falta de desejo minah e de meus pais e sim pela certeza que qualquer acordo não será novamente cumprido e que outros 1,5 anos no futuro teriam de ser esperados em um novo processo.

Acho que as vezes o melhor é assumir uma briga desta até o fim, e se do jeito atual não esta sendo razoável, lutar até onde puder para mudar o jeito, buscando o que acreditamos ser o mais importante e melhor a todos (ou quase todos, sempre tem o eu reclamão). Como disse um amigo hoje, é difícil mas vá a luta, lute pela guarda de quem lhe é precioso, depois basta trazer para perto que tudo se ajeita e toma uma forma saldável.

Não diria que é mentira no todo, principalmente por saber que a conquista da guarda da Isabela também é a real possibilidade de voltar a ter pais e avó perto de mim, depois de 1 ano morando em Belo Horizonte.

O mais importante agora é ter fé que o justo e certo prevalecerá, e que se for por bem aquele lá em cima irá agir por este bem maior.

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